Alzheimer: dificuldades e possibilidades de superação de um dos transtornos mais comuns em idosos


O Alzheimer é uma das doenças que mais afetam a população idosa no mundo. Só aqui no Brasil, por exemplo, estima-se que o transtorno acometa cerca de 11,5% das pessoas com mais de 65 anos, o que corresponde a, aproximadamente, 1,2 milhão de brasileiros (em 2019). No mundo, esse número sobe para uma média entre 35 milhões e 50 milhões.


A Doença de Alzheimer, como é conhecida, é descrita como um transtorno neurodegenerativo progressivo, que aos poucos compromete a qualidade de vida do paciente. Provavelmente, você já deve saber que um dos primeiros sintomas (e mais comuns, diga-se de passagem) é a perda de memória recente; entretanto, com o avanço da doença, o quadro se complica e o paciente pode começar a apresentar perda de memória remota (a memória responsável por lembranças antigas), oscilações de humor, irritabilidade, dificuldades na fala e comunicação e, em casos mais graves (embora não incomuns), queda brusca na capacidade de realizar tarefas cotidianas.


Percebe-se que o paciente com Alzheimer naturalmente tende a necessitar da ajuda diária de cuidadores, geralmente familiares, mesmo para atividades básicas (alimentação, higiene pessoal). Tal cenário acaba impactando o convívio entre os membros da família ou moradores da casa, principalmente em razão das dificuldades em cumprir a rotina diária que o paciente necessita. É uma situação complicada para a maioria das famílias, que têm suas vidas viradas de cabeça para baixo com o diagnóstico e precisam se adequar a uma realidade diferente da qual estavam acostumados.


É claro que conviver com o Alzheimer não é uma tarefa fácil, afinal, há uma mudança drástica no comportamento do paciente que se reflete em todos os âmbitos da sua vida e afeta as pessoas ao redor, principalmente ao considerarmos que não há, ainda, cura para a doença. Entretanto, é imprescindível manter em mente que há tratamento disponível para controle da doença de Alzheimer e que isso é essencial para evitar a evolução acelerada da doença para quadros mais graves. O diagnóstico precoce e o seguimento correto do tratamento são fatores que permitem viver com maior qualidade, tanto os pacientes quanto seus cuidadores.


No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento integral e gratuito, desde o diagnóstico até a medicação e o monitoramento regular da doença. Uma equipe multidisciplinar é acionada para acompanhar o paciente, incluindo especialistas como fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e suporte psicológico familiar. Há, também, a possibilidade de usufruir de um Centro de Reabilitação, quando disponível e necessário, conforme avaliação da equipe médica.


É essencial abandonar o tabu de falar sobre o Alzheimer. Não podemos permitir que uma doença tão presente em nosso dia a dia e passível de acometer a qualquer um de nós seja negligenciada. Se informar, conhecer e trocar experiências com quem lida com o Alzheimer pode ser uma das melhores ações positivas em relação à doença. É exatamente por isso que existe um dia dedicado exclusivamente à conscientização sobre o Alzheimer: o dia 21/09 é reconhecido por toda a comunidade científica internacional como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer; e no Brasil, foi instituído também como o Dia Nacional de Conscientização do Alzheimer.


A RenovatioMed assume o compromisso de fazer parte do movimento que agrega às discussões médicas e trabalha incansavelmente em busca de soluções eficazes que possam ajudar as famílias que precisam lidar com esse problema. Lembre-se: o conhecimento é o primeiro passo para criar um mundo melhor e mais saudável.


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Fontes: https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2019/02/alzheimer-acomete-11-5-da-populacao-idosa-do-pais

https://sindusfarma.org.br/noticias/empresas-foco/exibir/16045-alzheimer-mais-de-35-milhoes-de-pessoas-no-mundo-sofrem-com-esta-patologia

https://www.ufpb.br/cras/contents/noticias/dia-mundial-de-conscientizacao-sobre-a-doenca-alzheimer-21-de-setembro


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